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Devaneios. Ela é uma princesa, a rainha da estrada.
Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 11h50
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Parabéns Cidade de São Paulo. Parabéns molecada do Corinthians! E Corinthiano tá desse jeito: acaba o ano campeão e começo o outro campeão. Antes de qualquer coisa parabéns aos garotos do terrão por mais este título. O maior ganhador da Copa São Paulo de Futebol Junior aumenta o número de conquistas e passa a ser octacampeão do campeonato que já deveria se chamar Copa CORINTHIANS. Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 12h34
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Revoltante Tem umas coisas que deixam a gente deprimido, sem vislumbrar perspectiva de melhorias desse terrível estado em que chegou nossa sociedade. Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 14h45
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Fim do mandáto Despede-se hoje do cargo de presidente do Sport Club Corinthians Paulista o Sr. Andrés Navarro Sanchez. Eleito para um mandato tampão em 2007, viu o time ser rebaixado no Campeonato Brasileiro daquele ano e iniciou uma verdadeira revolução no clube, tornando-o o clube com maior arrecadação anual no futebol nacional, chegando a quase R$ 300 milhões em 2011. Entre seus feitos mais importantes estão a parceria com Ronaldo Nazário, a construção do Centro de Treinamentos, a viabilização do novo estádio do Corinthians, mas principalmente o novo estatuto do clube que proíbe reeleições, deixando o clube de ter donos, que se perpetuam no poder e passam a utilizá-lo em benefício próprio. Entre os erros cometidos pelo dirigente podemos citar esta nebulosa parceria com Ricardo Teixeira, algumas negociações estranhas envolvendo empresários do meio, o modo como conseguiu viabilizar o estádio Corinthiano (utilizando dinheiro público) e principalmente a inércia das categorias de base do clube (este o principal erro apontado pelo próprio Andrés). De modo geral pode-se dizer que a administração Andrés Sanchez foi vitoriosa, um período de importantes conquistas fora de campo, que alçou o Corinthians (em termos de mídia e financeiramente, pois a grandeza do clube é inquestionável) ao patamar dos grandes clubes do mundo. Por último vale nota a renovação de contrato do Tite. O empresário recuou no pedido e fechou contrato por mais um ano. Renovação merecida, agora precisamos fechar algumas contratações para termos um grupo forte em 2012. E que venha o maestro para reger este meio campo... Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 17h35
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Fielzão
Saiu hoje decisão sobre a paralisação das obras do estádio que o Corinthians está construindo em Itaquera. A Juíza Maria Fernanda de Toledo Rodovalho entendeu ser uma obra de serventia para o público, portanto justificada está a ação da prefeitura de São Paulo em conceder incentivos fiscais (não isenção, nas palavras da juíza) à obra. Algumas considerações devem ser feitas a respeito deste tema: o estádio que está sendo construído se trata de um empreendimento privado, de um clube de futebol. Segundo o presidente do Corinthians este estádio sairia mesmo sem contar com a realização da Copa do Mundo, justificando que os incentivos na verdade são para pagar uma conta que não seria do Corinthians. Segundo Andrés Sanchez, pouca participação teve o ex-presidente Lula na viabilização do estádio junto à Odebrecht. Há também o argumento de que a Lei de incentivo fiscal é anterior à possibilidade de construção do estádio e que o Corinthians teria, portanto, direito a receber tal benefício, sem contar que tal obra levará desenvolvimento a uma das regiões mais carentes da capital paulista. Feitas tais considerações, deixo aqui minha opinião, como Corinthiano e como cidadão sobre a casa alvinegra. Sou contra a utilização de dinheiro público na construção de qualquer coisa que não seja em benefício da população (prioritariamente a carente). Tal prática já é antiga no estado de São Paulo, tendo como exemplo mais clássico o sistema de concessão adotado pelo eterno governo tucano, de investir dinheiro público em melhoramento de rodovias para em seguida concedê-las à iniciativa privada. O incentivo fiscal dado ao estádio de Itaquera é mais uma promiscuidade que acontece quando envolve o gasto de dinheiro público, uma afronta à sociedade que já está cheia de ver seu suado dinheiro pago em impostos (exorbitantes por sinal) ir para o ralo da incompetência e da corrupção. Creio que seja importante o poder público adotar medidas para incentivar a iniciativa privada a investir em áreas carentes de investimentos, mas dever-se-ia priorizar investimentos que realmente fossem gerar desenvolvimento a essas regiões. Uma obra com as características de um estádio de futebol, principalmente contando com um evento da magnitude de uma copa do mundo pode gerar crescimento e não desenvolvimento. O crescimento é algo limitado, tanto espacialmente, como temporalmente. O evento esportivo promoverá determinada movimentação de dinheiro na região, mas com o tempo tal crescimento tende a entrar em declínio até atingir níveis mínimos. Além disso, este crescimento tende a ser excludente, deslocando significativa parcela da população que lá se encontra para outras áreas. Temos um exemplo nítido nos bairros pobres da África do Sul. A expulsão se dá de maneira direta (população que é deslocada para a realização de obras de melhorias para a copa) ou de forma indireta por meio da elevação do custo de vida na região. Acredito que o Corinthians realmente não tenha que arcar com os custos de realizar uma copa do mundo em seu estádio, o que defendo é que São Paulo e o Brasil não precisam de tal evento, não agora, não com tais custos, não com essa gente como responsável, não com o padrão imposto pela FIFA. Se querem uma copa européia, que a façam na Espanha. Por fim gostaria de registrar minha alegria em finalmente ver o Timão construir sua casa e o sentimento de pesar por saber que em breve deixaremos de utilizar o Pacaembu, estádio lindo e do qual tenho boas lembranças.
Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 18h02
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O Dia Corinthiano São Paulo, 04 de Dezembro de 2011. Cá estou, no meio da massa. Turba órfã de um de seus maiores e mais emblemáticos ídolos. Dr. Sócrates, o Magrão, o anti-atleta dos mágicos passes de calcanhar havia deixado de luto toda uma nação, a população de um país à parte do Estado Brasileiro que ele tanto amou e honrou levando ao pé da letra a frase do hino que diz “verás que um filho teu não foge à luta”. Jamais esqueceremos aquele braço estendido, aquele grito silencioso exigindo liberdade, democracia (palavra que ele ajudou a reinventar ao adicionar a classificação “CORINTHIANA”. Democracia é uma coisa, Democracia Corinthiana é mais amor, é mais força; e nada é mais bonito. Aquela tarde no Paulo Machado de Carvalho entrou para a história do futebol como o dia em que um time de futebol homenageou um de seus expoentes entrando em campo, se propondo ao jogo com a alma, sendo íntegro na disputa; e não ganhando o título, como muito se falou, pois não acredito que o amor de Magrão pelo Sport Club Corinthians Paulista tenha nascido das vitórias. O gesto imitado no Pacaembu por todos os Corinthianos foi uma manifestação linda de respeito, carinho e, acima de tudo, reconhecimento ao grande futebolista, à grande pessoa que o Brasil tinha perdido. E com o coração apertado ainda pela dor da perda começo a curtir o jogo. Tenso (como não pode deixar de ser para quem tem Tite no banco), sofrido, ruim tecnicamente, mas com uma dose de emoção que vou te contar! E emoção foi a palavra do dia; um sentimento dos mais contraditórios que eu e a maioria dos presentes sentiram: uma grande tristeza pela morte do Dr. Sócrates e uma imensa satisfação por ver o Coringão jogando mais uma decisão. E depois a alegria; aquela felicidade que vem de dentro do coração. E não só dele, de todo o corpo e explode na pele num arrepio, numa sensação tão forte que não é para ser descrita, é para ser sentida. E só Corinthiano pode sentir, pois só quem é sabe o que é ser Corinthiano. E explodiu a massa! O povo cantou, gritou, riu, chorou, agradeceu, vibrou e comemorou, como sempre e como nunca, não o título, mas o nosso amor pelo Corinthians. Eu estava lá. Eu vi, eu senti aquela vibração, aquela força comum que existia lá! Eu pude sentir em cada sorriso, em cada grito, em cada gesto a presença do nosso Magrão e posso dizer que, apesar da imensa perda o domingo, 04 de Dezembro de 2011 foi um dia lindo. Foi um dia Corinthiano! Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 15h26
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Vai Cornthians!!! Vai Coringão, hoje é dia de clássico, vamos pra cima da porcada. Precisamos vencer o verdinho para retomar a liderança do campeonato Brasileiro. Que São Jorge proteja e de forças ao Adílson nessa estréia, e que este possa ser o início de um grande trabalho frente ao Todo-Poderoso Timão. Saravá, meu Santo Guerreiro, vigia o Coringão. Corinthians, jogai por nós!!!!! VAI CORINTHIANS!!!!!! Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 10h11
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O Povo Corinthiano
Há no mundo uma raça de homens, com instintos sagrados e luminosos, com divina paixão no coração, com uma inteligência serena e lúcida, com dedicações profundas, cheios de amor pelo Corinthians e de devoção pelo Timão, que sofrem, mas não lamentam em vão: Estes homens são o Povo. Estes homens, sob o peso do calor e do sol, transidos pelas chuvas, e pelo frio, descalços, mal nutridos, deixam prioridades para comprar seu ingresso e vão aos estádios empurrar o Coringão. Estes são o Povo, e são os que nunca vão te abandonar. Estes homens vivem nas favelas, pálidos, doentes, sem família, sem doces noites, sem um olhar amigo que os console, vivendo numa tensão que impede a expansão da alma, mas se alegram e seguem o Timão como peregrinos por onde for. Estes homens são o Povo, e são os que te seguem. Estes homens são pobres, não têm quase nada; ou ricos, que possuem milhões. São pretos, brancos, amarelos, pardos; são altos, baixos, gordos, magros. Estes homens são o Povo, e são todos iguais em seu amor pelo Corinthians. Estes homens, nos tempos de crises, tomam as velhas armas de Jorge e vão, de peito aberto, movido pelo amor que sentem defender o Corinthians dos aproveitadores, dos tiranos, gritando pela honra e tradição alvinegra. Estes homens são o Povo, e são os guardam o Coringão. Estes homens fazem bandeirões, compõem cânticos de exaltação ao Corinthians, organizam um verdadeiro espetáculo a cada jogo, empurram o time o tempo todo sem parar. Estes homens são o Povo e são os que o servem. E a Diretoria oficial, opulenta, soberana, o que faz a estes homens que nunca abandonam, que seguem, que amam, que guardam, que servem o Corinthians? Primeiro, despreza-os não pensa neles, não vela por eles; trata-os como se tratam os bois; cobram um absurdo pelo ingresso; não lhes melhora a sorte nos estádios, cerca-os de obstáculos e de dificuldades; Vendem os jogadores e só vêem nos torcedores fonte de renda, quando deveriam ver a alma do Corinthians. Pois “O Corinthians é o time do povo. E é o povo quem vai fazer o time.” (Miguel Bataglia). Inspirado em: O Povo, de Eça de Queiroz
Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 11h04
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Falcão é um gênio!!!! Olha essa música do Falcão! É o senado descrito perfeitamente!!!! A segunda parte da música é perfeita representação da casa e seus integrantes!!! Fora Todos esses safados!!! O Dinheiro Não É Tudo Mas É 100%2 mais 2 são 4 Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 15h58
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CANALHAS Ae, canalhas, um já tomou cadeirada, a próxima é azeitona na cara, bando de safado!!!!!!!!!!!!! Vamos Parar com a roubalheira!!!!!!!!!!! Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 00h07
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"Yo no creo en las brujas, pero que las hay, las hay"! La Brujita enfeitiçou o Mineirão, transformando euforia em silência ao acertar cruzamento na cabeça do goleador da Libertadores Boselli. Sonho de todo Corinthiano.... Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 00h42
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Uma sensibilidade para com os problemas da África em uma época em que poucos faziam questão de se voltar para o sofrimento dos africanos. Atitude de um GRANDE HOMEM!!! Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 17h07
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Clima de Decisão.
Dossiês, pressão sobre arbitragem, rivalidade, nervos a flor da pele. Fernando Carvalho apela como que já justificando uma possível derrota na final da Copa do Brasil. Uma infelicidade de um homem que, deixou de lado as atribuições como dirigente e assumiu postura natural da arquibancada. O Coringão não tem nada com isso, temos de ir pro Beira-Rio para fazer um gol, defender, mas nunca deixar de atacar, aproveitando o que o Timão tem de melhor: a velocidade nas saídas de contra-ataque. No mais é tudo muito gostoso. O Coringão está novamente envolvido em uma decisão de campeonato, e esse em particular que vale o título da Copa do Brasil e uma vaga na Libertadores no ano do Centenário do Corinthians. Eu adoro esse frio na barriga, essa ansiedade por chegar o momento da partida. Que meu São Jorge padroeiro guarde o Coringão nessa final, protegendo “nóis” com suas armas. Sarava meu Santo Guerreiro!! VAI CORINTHIANS!!!!!! Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 14h05
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Mestre!!! Muricy, o vizinho do 74por José Trajano*, especial para o ESPN.com.br Somos vizinhos há mais de dez anos. E raramente nos vemos no condomínio. Moramos em prédios diferentes, e jamais fora a seu apartamento. Nossos filhos, porém, são amigos. Jogam bola e participam de torneios de videogame no salão de festas. Na noite de sexta-feira, o vizinho do 74 era o nome mais falado da cidade. Todos os telejornais e sites divulgavam com alarde que ele havia sido demitido do emprego. Um emprego e tanto! E, então, decidi visitá-lo. Resolvi interfonar para não usar a prerrogativa de ser vizinho. Ele não estava, mas deixei recado com sua mulher que se chegasse e estivesse disposto a conversar, me telefonasse. Poucos minutos depois, ele ligou e pediu que fosse até lá. No caminho, fiquei pensando que deveria estar cercado de gente, de amigos, ex-companheiros de clube ou coisa parecida. Qual não foi a minha surpresa quando me recebeu com a porta já aberta e sozinho na sala. Ao contrário do que imaginava, estava tranquilo e sereno. Sem nenhuma ponta de mágoa, rancor, bronca. Parecia ter tirado um peso das costas. Seu rosto revelava a certeza de que havia saído de cabeça erguida e com a sensação do dever cumprido. Fora o momento que se queixou de Cuca, por ter ligado ao presidente Juvenal para pedir conselho se deveria sair ou continuar no Flamengo, atitude que ele enxergou como falta de ética, o vizinho conversou sobre tudo com muita tranquilidade. Para ele, a diretoria anda mais preocupada com o Morumbi do que com o time. Os cartolas só pensam no estádio, na Copa do Mundo de 2014, e os problemas do time ficaram em segundo plano. E havia problemas no elenco. Falta de parceria, disse. Que eu entendi como ciumeira de alguns jogadores com os novos que chegaram este ano. Sem levantar a voz ou tentar se desculpar pelos maus resultados, o vizinho lamentou não ter conseguido Conca como reforço. “Ele esteve duas vezes aqui, mas o negócio não vingou”, disse. Um bom meia de ligação teria feito o time jogar diferente, com mais liga entre a defesa e o ataque, sem precisar jogar à base de lançamentos longos para o setor ofensivo. O vizinho desconfiava que, mais cedo ou mais tarde, a demissão iria acontecer, porque ele não tem o jeitão que alguns dirigentes imaginam para um técnico do São Paulo. Não é de frequentar bons restaurantes para fazer companhia aos cartolas, não gosta de interferências na contratação de reforços e acredita até que a maneira de se vestir deixava essa turma incomodada. “É o meu jeito, simples, sem frescura, sem afetação, que as vezes eles não gostam.” Toquei na decisão que tomamos em não mais ouvi-lo depois de uma entrevista que achei grosseira . Ele disse que não guardou mágoa e que somos meio parecidos na defesa de quem trabalha com a gente. Até os filhos brincaram com ele, achando que andava meio rabugento. Já era de madrugada quando fui embora. Um pouquinho antes de sair, chegaram Pi e Fabinho, dois de seus três filhos. O vizinho me contou que o Pi (sou testemunha que joga muita bola) voltou muito irritado do Morumbi depois da derrota para o Cruzeiro e prometeu não torcer mais pelo São Paulo. O vizinho discordou do filho e disse que não podia abrir mão de sua paixão, que uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Voltei para casa com a impressão de que meu vizinho é mesmo aquilo que diz. Gosta de ficar em casa, em companhia da família, dos cachorrinhos que leva sempre para passear, de lavar louça para passar a ansiedade e de ir ao sítio em Ibiúna para descansar. É um cara simples, um trabalhador do esporte. Sem banca, sem arrogância, não tem nada de “professor”. Ele sabe que foi a derrota da arquibancada para a numerada. Mas sabe também que saiu por cima. A torcida gritou seu nome a todo instante, e isso ele não esquecerá nunca. Quer dar uma parada, já jogou no lixo tempos atrás uma proposta milionária do Catar, mas não creio que fique parado por muito tempo. Continuo achando que precisa ter mais educação nas entrevistas, após uma partida, mas me conquistou pela sinceridade e autenticidade. É um bom sujeito o vizinho do 74. Boa sorte para ele. *José Trajano diretor de Jornalismo da ESPN Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 00h41
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Implacável!
O Corinthians foi implacável no Pacaembu na noite de ontem. Pegou um adversário afundado em crise e tratou de fazer o que se deve: ganhou com propriedade, sem deixar dúvidas de sua superioridade. Preocupação mesmo somente com as contusões de Cristian e Marcelo Oliveira. O primeiro preocupa menos, já o Marcelo Oliveira deve ficar um tempo maior afastado. A segurança do time é algo a ser destacado, com maturidade o Timão consegue transpor momentos ruins de uma partida e se impor sobre o adversário de maneira inconteste. e ao final da partida teve choradeira. Marco Aurélio Cunha, como sempre, fica extremamente irritado, indignado quando provocado, esquecendo seu comportamento quando os Bambis estavam ganhando. CALA A BOCA BITOCA!!!!! E agora é só esperar: VAI PRA CIMA DELAS TIMÃO, DA GAUCHADA!!!!
Escrito por Gregorio Rodas Neto-Patrão às 11h36
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